a história por trás do método
Eu também já me senti presa no meu próprio corpo.
Eu sou bailarina. Dança é a minha vida desde criança. Mas teve uma fase em que eu olhava no espelho e não reconhecia o corpo que via ali. Inchada, pesada, sem disposição, travada por dentro. E o pior: eu sabia o que deveria fazer e mesmo assim não conseguia me obrigar.
Tentei o caminho que todo mundo tenta. Dieta, esteira, aquele treino que parece castigo. Durei pouco, igual a maioria das mulheres. Não porque eu não dou conta, mas porque aquilo não tinha nada a ver com quem eu sou.
Aí eu parei de separar as coisas. Por que sofrer na esteira se o movimento que me faz bem, que eu faço sem ver o tempo passar, é dançar? Comecei a montar sequências testando na prática. Coreografia pra subir o batimento e manter, pra ativar a circulação e desinchar, pra trabalhar coxa, glúteo e abdômen sem clima de treino pesado. Nasceu o Método Queima-Leveza.
Em poucas semanas meu corpo respondeu. O inchaço cedeu, as pernas firmaram, a barriga foi afinando e a energia voltou. Mas o que mais me marcou não foi o espelho. Foi acordar e querer dançar. A constância veio fácil, porque era prazer. Hoje são mais de 2.500 mulheres dançando comigo. Elas não viraram bailarinas. Só dançaram 30 minutos por dia, na sala de casa.
Você não precisa amar academia. Só precisa de um movimento que você ame o bastante pra repetir amanhã.

















